quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Prazo para pedido de isenção na inscrição do vestibular da Unesp termina em 8 de setembro

Os candidatos que quiserem reivindicar isenção total ou parcial na taxa de inscrição do vestibular da Unesp (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho) deverão preencher o formulário eletrônico no site www.vunesp.com.br até 8 de setembro e enviar até 9 de setembro, por meio dos Correios, os documentos solicitados, para o endereço indicado no site.

A Unesp é uma universidade pública (oferece ensino gratuito) que está entre as melhores do Brasil. Seus campi estão localizados quase que exclusivamente no interior do Estado de São Paulo.

http://www.vunesp.com.br/vnsp1611/

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Orientações para atividade valendo nota de 0 a 10, destinada às turmas 3ºTB e 3ºTC (noturno)

Elabore, individualmente, um texto em que você deverá articular o discurso de Martin Luther King, lido e discutido em sala de aula (disponível neste blog), com os conteúdos trabalhados em classe sobre a cidadania moderna e seus direitos fundamentais (civis, políticos, sociais e humanos).
Reflita, também, sobre a realidade atual brasileira. Que tipos de direitos são garantidos em sua plenitude, no Brasil, e em quais grupos de direitos ainda temos muito a avançar? Em nosso país, todos têm plena igualdade de acesso à cidadania? Há grupos marginalizados? Quais? Procure sempre fundamentar a sua resposta com argumentos e exemplos.
O texto poderá ser manuscrito ou digitado e deverá ter, no mínimo, 30 linhas de extensão.

Prazo de entrega: 26 de setembro (segunda-feira)

Martin Luther King, Malcolm X e os "Panteras Negras": três formas de luta pela extensão dos direitos civis aos negros nos EUA (para os alunos do 3ºTB e 3ºTC, do período noturno)

O link abaixo, da revista Mundo Estranho, da Editora Abril, sintetiza as três formas de luta que se tornaram hegemônicas na década de 1960, nos EUA, com o objetivo de estender os direitos civis à população negra.

O pastor Martin Luther King defendia mobilizações pacíficas e boicotes, por exemplo, como formas mais adequadas para a busca da igualdade entre brancos e negros.

O líder muçulmano Malcolm X admitia ações violentas como formas de defesa da população negra. No entanto, não operava sob a lógica da igualdade. Defendia a supremacia negra e o separatismo.

Por fim, os "Panteras Negras" desejavam a luta armada como forma de proteger os negros da violência policial. Reivindicavam, também, o pagamento de indenizações a famílias negras, por causa da escravidão, e a libertação imediata de todos os negros que se encontravam cumprindo penas no sistema prisional norte-americano.

Cinquenta anos depois, o legado pacifista e politicamente mais sofisticado de Martin Luther King parece ser o mais duradouro. Os "Panteras Negras" foram diligentemente perseguidos pelo FBI e a Justiça dos EUA, definharam e extinguiram-se no início da década de 1980. E pouco se fala de Malcolm X, ainda mais por ele ter sido seguidor do islã, em um país que, desde o final da década de 1970, após a Revolução Islâmica ocorrida no Irã, vem tendo sucessivos embates diplomáticos, políticos e militares no Oriente Médio.

Segue o link para leitura:

http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quem-foram-os-panteras-negras

Fragmentos do discurso de Martin Luther King, para os alunos do 3ºTB e 3ºTC (período noturno)

Estamos estudando desde o início do segundo semestre os direitos civis, políticos, sociais e humanos, que estruturam a cidadania moderna.

Em 28 de agosto de 1963, o pastor batista Martin Luther King (1929-1968), líder do movimento que reivindicava a extensão dos direitos civis aos negros norte-americanos, reuniu 250 mil pessoas em uma marcha realizada em Washington. Proferido por Luther King bem em frente ao Lincoln Memorial, monumento que homenageia o ex-presidente norte-americano Abraham Lincoln (cuja gestão acabou com a escravidão nos EUA), o discurso popularmente conhecido como "Eu tenho um sonho" até hoje é lembrado por ser uma das peças mais contundentes em defesa da igualdade e contra a discriminação racial.

Vencedor do Prêmio Nobel da Paz, em 1964, Martin Luther King foi assassinado no dia 4 de abril de 1968, por um segregacionista branco (indivíduo favorável à continuidade da segregação dos negros na sociedade norte-americana), na cidade de Memphis, antes de mais uma marcha que conduziria em defesa dos direitos civis e contra a discriminação racial.

A seguir, os fragmentos de seu discurso antológico: 

“[...] Há cem anos, um grande americano, sob cuja simbólica sombra nos encontramos, assinou a Proclamação da Emancipação. Esse decreto fundamental foi como um grande raio de luz de esperança para milhões de escravos negros que tinham sido marcados a ferro nas chamas de uma vergonhosa injustiça. Veio como uma aurora feliz para pôr fim à longa noite de cativeiro. Mas, cem anos mais tarde, devemos encarar a trágica realidade de que o negro ainda não é livre. Cem anos mais tarde, a vida do negro está ainda infelizmente dilacerada pelas algemas da segregação e pelas correntes da discriminação. Cem anos mais tarde, o negro ainda vive numa ilha isolada de pobreza no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos mais tarde, o negro ainda definha nas margens da sociedade americana estando exilado em sua própria terra. Por isso, encontramo-nos aqui hoje para dramatizar essa terrível condição.

De certo modo, viemos à capital do nosso país para descontar um cheque. Quando os arquitetos da nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam a assinar uma nota promissória da qual todo americano seria herdeiro. Essa nota foi uma promessa de que todos os homens teriam garantia aos direitos inalienáveis de “vida, liberdade e à procura de felicidade”.

É óbvio que a América de hoje ainda não pagou essa nota promissória no que concerne aos seus cidadãos de cor. Em vez de honrar esse compromisso sagrado, a América entregou ao povo negro um cheque inválido devolvido com a seguinte inscrição: “Saldo insuficiente”.

Porém recusamo-nos a acreditar que o banco da justiça abriu falência. Recusamo-nos a acreditar que não haja dinheiro suficiente nos grandes cofres de oportunidade desse país. Então viemos para descontar esse cheque, um cheque que nos dará à vista as riquezas da liberdade e a segurança da justiça.

[...] Agora é tempo de tornar reais as promessas da democracia. Agora é hora de sair do vale escuro e desolado da segregação para o caminho iluminado da justiça racial. Agora é hora de retirar a nossa nação das areias movediças da injustiça racial para a sólida rocha da fraternidade. Agora é hora de transformar a justiça em realidade para todos os filhos de Deus.

Seria fatal para a nação não levar a sério a urgência desse momento. Esse verão sufocante da insatisfação legítima do negro não passará até que chegue o revigorante outono da liberdade e igualdade. Mil novecentos e sessenta e três não é um fim, mas um começo. E aqueles que creem que o negro só precisava desabafar e que agora ficará sossegado, acordarão sobressaltados se o país voltar ao ritmo normal.

Não haverá nem descanso nem tranquilidade na América até o negro adquirir seus direitos como cidadão. Os turbilhões da revolta continuarão a sacudir os alicerces do nosso país até que o resplandecente dia da justiça desponte [...].

[...] Há quem pergunte aos defensores dos direitos civis: “Quando é que ficarão satisfeitos?” Não estaremos satisfeitos enquanto o negro for vítima dos indescritíveis horrores da brutalidade policial. Jamais poderemos estar satisfeitos enquanto os nossos corpos, cansados com as fadigas da viagem, não conseguirem ter acesso aos hotéis de beira de estrada e das cidades. Não poderemos estar satisfeitos enquanto a mobilidade básica do negro for passar de um gueto pequeno para um maior. Não podemos estar satisfeitos enquanto nossas crianças forem destituídas de sua individualidade e privadas de sua dignidade por placas onde se lê “somente para brancos”. Não poderemos estar satisfeitos enquanto um negro no Mississippi não puder votar e um negro em Nova Iorque achar que não há nada pelo qual valha a pena votar. Não, não, não estamos satisfeitos e só estaremos satisfeitos quando “a justiça correr como a água e a retidão como uma poderosa corrente” [...].

Digo-lhes hoje, meus amigos, que, apesar das dificuldades e frustrações do momento, eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.

Eu tenho um sonho que um dia essa nação levantar-se-á e viverá o verdadeiro significado da sua crença: “Consideramos essas verdades como auto-evidentes que todos os homens são criados iguais.”

Eu tenho um sonho que um dia, nas montanhas rubras da Geórgia, os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos descendentes de donos de escravos poderão sentar-se juntos à mesa da fraternidade.

Eu tenho um sonho que um dia mesmo o estado do Mississippi, um estado desértico sufocado pelo calor da injustiça, e sufocado pelo calor da opressão, será transformado num oásis de liberdade e justiça.

Eu tenho um sonho que meus quatro pequenos filhos um dia viverão em uma nação onde não serão julgados pela cor da pele, mas pelo conteúdo do seu caráter. Eu tenho um sonho hoje.

Eu tenho um sonho que um dia o estado do Alabama, com seus racistas cruéis, cujo governador cospe palavras de “interposição” e “anulação”, um dia bem lá no Alabama meninos negros e meninas negras possam dar-se as mãos com meninos brancos e meninas brancas, como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje [...].

E quando isso acontecer, quando permitirmos que a liberdade ressoe, quando a deixarmos ressoar de cada vila e cada lugar, de cada estado e cada cidade, seremos capazes de fazer chegar mais rápido o dia em que todos os filhos de Deus, negros e brancos, judeus e gentios (não-judeus), protestantes e católicos, poderão dar-se as mãos e cantar as palavras da antiga canção espiritual negra: “Finalmente livres! Finalmente livres! Graças a Deus Todo Poderoso, somos livres, finalmente.”

Conteúdos sobre "cidadania" e "avanços e retrocessos da cidadania no Brasil" para os alunos do 3ºTB e 3ºTC (período noturno)

Nos links abaixo, disponibilizo a vocês os conteúdos sobre "cidadania" e, também, sobre os "avanços e retrocessos da cidadania no Brasil" ao longo da história. Temos trabalhado estes assuntos em sala de aula desde o início do segundo semestre.

Bom estudo!

https://www.dropbox.com/s/ejqjxznkal0cbjt/Cidadania.pdf?dl=0

https://www.dropbox.com/s/6j59aocfl5fg6d8/Avan%C3%A7os%20e%20retrocessos%20da%20cidadania%20no%20Brasil.pdf?dl=0

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Atenção alunos das turmas 2ºTC e 2ºTD do período noturno (EJA): seguem as orientações para a realização do trabalho deste bimestre

Seguem as orientações para o trabalho deste bimestre. Dando sequência aos nossos estudos sobre a diversidade cultural existente no Brasil, você deverá conduzir uma entrevista com um migrante ou imigrante. Conforme temos debatido em sala de aula, o imigrante e o migrante contribuem imensamente para aumentar a diversidade cultural em nosso país. Isso é notável na cidade em que vivemos, São Paulo, lugar que tem atraído milhões de pessoas de outras nações e regiões do Brasil desde o final do século 19.

Você deverá realizar a sua entrevista preferencialmente (mas não obrigatoriamente) com alguém da família ou com quem tenha vínculo de amizade. A vantagem de entrevistar alguém da família ou um amigo é que você poderá selecionar uma pessoa com quem tenha mais intimidade e que, provavelmente, ficará mais à vontade para falar detalhadamente sobre o próprio processo de imigração/migração e sobre como foi a adaptação por aqui.

Para realizar a entrevista, você deverá usar como base o seguinte roteiro:

1) Como se deu a sua imigração/migração? Por que resolveu deixar a terra natal?

2) Veio sozinho ou veio com a família?

3) O que você sabia da cidade (ou Estado ou país) para a qual se dirigia?

4) Há quanto tempo está no bairro (ou cidade) para o qual se dirigiu?

5) Sentiu-se um estrangeiro, uma pessoa de fora, ao chegar? Que situações mais o fizeram se sentir um estrangeiro, uma pessoa de fora?

6) Ainda se sente um estrangeiro?

7) Já pôde voltar ao seu local de origem, mesmo que apenas de férias? Como foi a sua volta?

8) Já sentiu vontade de voltar definitivamente ao seu local de origem? Se sim, por que resolveu permanecer aqui?

9) Se voltou definitivamente ao local de origem, por que voltou?

10) Foi vítima de alguma discriminação ou preconceito quando chegou? Ainda é? Em que situações isso ocorreu ou ainda ocorre?

11) Quais foram as suas maiores dificuldades de adaptação ao novo lugar?

12) Quando chegou aqui, estabeleceu-se sozinho ou procurou morar perto de outros conterrâneos que já haviam chegado aqui antes, para facilitar o processo de adaptação?

13) Quando retornou ao seu local de origem, mesmo que seja apenas de férias, sentiu-se um estrangeiro também lá? Sua readaptação foi fácil?

14) Que hábitos você continua mantendo do seu local de origem e que hábitos daqui você incorporou, desde que chegou?

Além das 14 questões acima, você pode incluir quantas quiser, desde que estejam relacionadas com os assuntos abordados em sala de aula. Deixe a sua criatividade correr solta. Às vezes, uma resposta do entrevistado pode despertar no entrevistador várias outras questões. Peça sempre que o seu entrevistado se aprofunde nas respostas. Frequentemente, as pessoas limitam-se a responder "sim" ou "não" às perguntas. Incentive, portanto, o seu entrevistado a desenvolver mais as suas respostas.

Se tiver a possibilidade, grave a entrevista e depois a transcreva para o papel, para não perder nenhum detalhe das respostas do entrevistado.

A entrevista que você entregará ao professor poderá ser manuscrita ou digitada e o seu trabalho será individual. Lembre-se de escrever uma introdução que apresente o entrevistado, qual a sua vinculação com ele (familiar, amigo, vizinho, alguém indicado por um conhecido, etc.), o local da entrevista e a data de sua realização. O seu trabalho deverá ser entregue ao professor na seguinte data:

2ºTC: 23/9
2ºTD: 26/9

Bom trabalho!

Conteúdos iniciais sobre o tema "Trabalho", para os alunos das turmas 2ºA e 2ºB (período diurno) do Narbal

Nos links abaixo, disponibilizo todos os conteúdos relacionados ao tema "Trabalho", discutidos nas aulas ao longo de agosto.

O primeiro link traz as transformações pelas quais a noção "Trabalho" passou ao longo da história. De algo depreciativo, reservado às camadas consideradas mais rudes e pouco escolarizadas da sociedade, até se transformar em algo que supostamente dignificaria a existência humana.

O segundo link explora como Émile Durkheim, Karl Marx e Max Weber refletiram sobre o tema "Trabalho".

Na sequência, apresentam-se três links com textos, lidos e debatidos em aula, que nos ajudam a entender melhor a noção de "trabalho alienado", em Marx. São eles: "Trabalho alienado", do economista Eduardo Giannetti da Fonseca, "O arquivo", do escritor Victor Giudice, e "Construção", letra da canção do compositor Chico Buarque.

Bons estudos!

https://www.dropbox.com/s/butuuj0bnyj0fkp/Trabalho%20-%20Aula%202%20e.m..pdf?dl=0

https://www.dropbox.com/s/rfoaxbh8ypce5qf/Divis%C3%A3o%20Social%20do%20Trabalho.pdf?dl=0

https://www.dropbox.com/s/0w4xcafewbcsbgg/Trabalho%20alienado%20%28Eduardo%20Giannetti%20da%20Fonseca%29.pdf?dl=0

https://www.dropbox.com/s/5vlq4ct2uuagph7/O%20arquivo%20%28Victor%20Giudice%29.pdf?dl=0

https://www.dropbox.com/s/j1grk2dl15h2f34/Constru%C3%A7%C3%A3o%20-%20Chico%20Buarque.pdf?dl=0

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Prazo para pedido de isenção na taxa de inscrição da Fuvest termina em 11/8

Seguem, no link a seguir, as informações sobre a solicitação de isenção na taxa de inscrição da Fuvest.

Note que você deverá se cadastrar no site da Fuvest até 11/8/16 e enviar os documentos solicitados, por meio de correspondência registrada, até 12/8/16.

Se você for elegível a este benefício, aproveite esta oportunidade.

http://www.fuvest.br/vest2017/informes/ii032017.html

quinta-feira, 7 de julho de 2016

USP vai reservar 20% de suas vagas para ingressos via Enem

Trata-se, segundo reportagem da Folha de S.Paulo disponível no link abaixo, do maior avanço já feito para aumentar a inclusão na universidade. A medida ainda beneficia negros, pardos e indígenas, desde que tenham estudado na rede pública.

Quem tentar o ingresso na USP via Fuvest também poderá se beneficiar do Inclusp (Programa de Inclusão Social da USP).

O candidato que cursou integralmente o ensino médio na rede pública ganha bônus de 12% em sua nota, pelo Inclusp. Aquele que cursou, além do ensino médio, o ensino fundamental na rede pública recebe 15% de bônus em sua nota. E se o candidato for negro, pardo ou indígena poderá acrescer mais 5% de bônus aos percentuais anteriores, que se aplicam à nota da primeira fase e à nota final obtida na Fuvest.

É importante salientar que você poderá tentar o seu ingresso na USP, simultaneamente, pelos dois caminhos: Fuvest e Enem. Aproveite estas oportunidades para estudar na universidade de maior prestígio da América Latina e, também, quando comparada às universidades ibéricas (portuguesas e espanholas).

http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2016/07/1789291-usp-vai-usar-enem-para-20-das-vagas.shtml

sábado, 2 de julho de 2016

Confira todos os temas de redação já cobrados no Enem e os temas de redação da Fuvest desde 2000

Os temas de redação cobrados nos vestibulares sempre abordam questões presentes na sociedade.

Nos dois links ao final deste post, disponibilizo a vocês todos os temas de redação já cobrados no Enem e os temas de redação cobrados na segunda fase da Fuvest desde o ano 2000.

Violência contra a mulher, publicidade infantil, consumismo, comunicação de massa, cidadania, liberdade de expressão, direito ao voto, discriminação/preconceito, intolerância, imigração, diversidade, mundo do trabalho e processos de socialização foram alguns dos temas cobrados nesses vestibulares.

Sendo assim, a Sociologia e as reflexões que construímos, conjuntamente, em sala de aula, ao longo das três séries do ensino médio, podem ajudá-lo (la) muito no desenvolvimento de sua redação.

Dominar conceitos como senso comum, olhar sociológico, desnaturalização, etnocentrismo, relativismo cultural (Franz Boas), determinismo geográfico, determinismo biológico, classes sociais (Karl Marx, Max Weber e Pierre Bourdieu), estrangeiro (Georg Simmel), "estabelecidos e outsiders" (Norbert Elias), hegemonia (Antonio Gramsci), indústria cultural (Theodor Adorno), dominação simbólica (Pierre Bourdieu), solidariedades orgânica e mecânica (Émile Durkheim), representações sociais (Erving Goffman), mais-valia e trabalho alienado (Karl Marx), monopólio da violência física legítima (Max Weber), entre outros tantos (e todos amplamente discutidos em sala de aula), podem ser uma mão na roda para você estruturar conceitualmente os seus argumentos, quando for preparar a sua redação.

Faça uma boa varredura neste blog e encontre conteúdos específicos sobre todos estes conceitos.

Uma boa redação pode ser a diferença entre passar no vestibular ou amargar mais um ano de cursinho.

Boa leitura dos links abaixo e bons estudos!

http://guiadoestudante.abril.com.br/fotos/veja-todos-temas-redacao-ja-cairam-enem-690408.shtml#0

http://vestibular.uol.com.br/album/2013/09/20/confira-os-ultimos-temas-de-redacao-cobrados-na-fuvest.htm#fotoNav=16