terça-feira, 8 de maio de 2018

Orientações sobre a atividade relacionada ao documentário "Junho, o mês que abalou o Brasil" (para as turmas 3ºTA e 3º TB, do período noturno)

Com base no documentário "Junho, o mês que abalou o Brasil", que assistiremos na sala de leitura da escola a partir da aula de 8 de maio, desenvolva uma redação com, ao menos, 40 (quarenta) linhas, em que você deverá abordar os seguintes pontos:

- Qual a sua análise sobre as manifestações realizadas no Brasil a partir de junho de 2013?

- Manifestações pacíficas ou violentas? Qual a modalidade mais adequada de expressar o descontentamento da população? Como você avalia a atuação dos black blocs?

- Arrancar bandeiras de partidos políticos das mãos de seus militantes, como aconteceu em algumas daquelas manifestações, é um gesto democrático?

-  Os partidos políticos continuam sendo indispensáveis para representar os cidadãos nos poderes executivo e legislativo ou seria desejável a participação direta dos cidadãos nas decisões políticas?

Os estudantes do  3ºTA e 3º TB deverão entregar a dissertação até o dia 7/6/2018 (quinta-feira). O texto deverá ser produzido individualmente, em nenhuma hipótese poderá ser copiado da internet ou de algum colega e poderá ser manuscrito ou digitado.

Para assistir novamente ao filme, clique no link ao final desta postagem.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Orientações para a entrevista a ser realizada pelos alunos das turmas 2ºA e 2ºB (período diurno) sobre imigração/migração

Seguem as orientações para o primeiro trabalho deste segundo bimestre. Você deverá conduzir uma entrevista com um imigrante ou migrante, uma pessoa que, já adulta, tenha deixado a sua nação ou Estado de origem para viver em São Paulo ou, então, um brasileiro que tenha deixado nosso país para viver em uma nação estrangeira.


Conforme debatemos em sala de aula, o imigrante e o migrante contribuem imensamente para aumentar a diversidade cultural em nosso país. Isso é notável na cidade em que vivemos, São Paulo, lugar que tem atraído milhões de pessoas de outras nações e regiões do Brasil desde o final do século 19.

No contexto do que discutimos e aprendemos desde o início do ano, a entrevista tenderá a ser mais interessante (e melhor avaliada) quanto mais elementos da lógica "estabelecidos e outsiders" (Norbert Elias) estiverem presentes no relato do entrevistado, assim como elementos da noção de "estrangeiro", para Georg Simmel.

Você deverá realizar a sua entrevista preferencialmente (mas não obrigatoriamente) com alguém conhecido (familiar, amigo, colega). A vantagem de entrevistar alguém conhecido é que você poderá selecionar uma pessoa com quem tenha mais intimidade e que, provavelmente, ficará mais à vontade para falar detalhadamente sobre o próprio processo de imigração/migração e sobre como foi a adaptação por aqui.

Para realizar a entrevista, você deverá usar como base o seguinte roteiro:

1) Como se deu a sua imigração/migração? Por que resolveu deixar a terra natal?

2) Veio sozinho ou veio com a família?

3) O que você sabia da cidade (ou Estado ou país) para a qual se dirigia?

4) Há quanto tempo está no bairro (ou cidade) para o qual se dirigiu?

5) Sentiu-se um estrangeiro, uma pessoa de fora, ao chegar? Que situações mais o fizeram se sentir um estrangeiro, uma pessoa de fora?

6) Foi vítima de alguma discriminação, preconceito ou violência quando chegou? Ainda é? Em que situações isso ocorreu ou ainda ocorre?

7) Quais foram as suas maiores dificuldades de adaptação ao novo lugar?

8) Quando chegou aqui, estabeleceu-se sozinho ou procurou morar perto de outros conterrâneos que já haviam chegado aqui antes, para facilitar o processo de 
adaptação?

9) Ainda se sente um "estrangeiro"?

10) Já pôde voltar ao seu local de origem, mesmo que apenas de férias? Como foi a sua volta?

11) Já sentiu vontade de voltar definitivamente ao seu local de origem? Se sim, por que resolveu permanecer aqui?

12) Se voltou definitivamente ao local de origem, por que voltou?

13) Quando retornou ao seu local de origem, mesmo que seja apenas de férias, sentiu-se um estrangeiro também lá? Sua readaptação foi fácil?

14) Que hábitos você continua mantendo do seu local de origem e que hábitos daqui você incorporou, desde que chegou?

Além das 14 questões acima, você pode incluir quantas quiser, desde que estejam relacionadas com os assuntos abordados em sala de aula. Deixe a sua criatividade correr solta. Às vezes, uma resposta do entrevistado pode despertar no entrevistador várias outras questões. Peça sempre que o seu entrevistado se aprofunde nas respostas. Frequentemente, as pessoas limitam-se a responder "sim" ou "não" às perguntas. Incentive, portanto, o seu entrevistado a desenvolver mais as suas respostas.

Se tiver a possibilidade, grave a entrevista e depois a transcreva para o papel, para não perder nenhum detalhe das respostas do entrevistado.

A entrevista que você entregará ao professor poderá ser manuscrita ou digitada e o seu trabalho será individual. Lembre-se de escrever uma introdução que apresente o entrevistado, qual a sua vinculação com ele (familiar, amigo, vizinho, alguém indicado por um conhecido, etc.), o local da entrevista e a data de sua realização. O seu trabalho deverá ser entregue ao professor na seguinte data:

A (manhã): 16/5/18
2ºB (tarde): 15/5/18

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Análise sobre a obra "Os estabelecidos e os outsiders", de Norbert Elias e John Scotson, para os alunos das turmas 2ºA e 2ºB, do período diurno

Outsider, em uma livre tradução, significa “aquele que é ou vem de fora”, enfim, aquele que originalmente não faz parte de um determinado meio e é estigmatizado por isso.

Foi o sociólogo Norbert Elias (1897-1990) o formulador da relação “estabelecidos e outsiders”, que vem sendo utilizada pela Sociologia desde então para analisar várias situações em que um grupo humano estigmatiza e discrimina outro.

Nascido em Breslau, na época pertencente à Alemanha (hoje, a cidade faz parte da Polônia), Elias escreveu um livro clássico na Sociologia, em parceria com John Scotson, chamado “Os estabelecidos e os outsiders” (1965), fruto de uma pesquisa realizada por ambos para investigar as tensões existentes em uma pequena cidade inglesa (no livro, batizada com o nome fictício de Winston Parva).

Inicialmente, Elias e Scotson pretendiam estudar as diferenças nos níveis de delinquência registrados em dois bairros, o mais tradicional e o mais novo de Winston Parva. No decorrer da pesquisa, mudaram o foco de análise. Isso aconteceu porque, embora as diferenças nos níveis de delinquência praticamente não existissem, quando comparados os dois bairros, o bairro mais tradicional continuava classificando o mais novo como local violento. O estudo permitiu, portanto, identificar um tema universal: como um grupo estabelecido estigmatiza um outro grupo, tratando-o como outsider.

Se dos pontos de vista urbanístico, arquitetônico, econômico, étnico, educacional e religioso a zona 3 era muito parecida com a zona 2, o fato de a zona 3 reunir moradores que chegaram aos poucos, especialmente durante a Segunda Guerra e após os bombardeios realizados pelos alemães em Londres, fez com que seus moradores levassem uma vida autônoma marcada pela reserva, sem muitas relações sociais e sem os fortes vínculos que caracterizavam a zona 2 e determinavam as condutas de seus habitantes.

Considerados, por seu estilo de vida, como uma ralé pelos moradores da zona 2, alguns habitantes da zona 3 demonstravam ressentimento – especialmente os jovens, que muitas vezes provocavam arruaças e tinham problemas com a lei – e outros acabavam por reconhecer como legítimas as discriminações que sofriam. A zona 3 ainda tinha uma minoria de casas bastante pobres, habitadas por pessoas mais rudes e barulhentas, que frequentemente se envolviam em problemas com a polícia. Injustamente, o comportamento de uma minoria era tomado como se fosse da maioria. Muitos dos moradores da zona 3 ouvidos por Elias e Scotson manifestaram o interesse de deixar o bairro, um comportamento diametralmente oposto ao registrado na zona 2, cujos moradores só imaginavam deixar o bairro se fosse para se mudar para a zona 1.

Por considerar o seu estilo de vida muito superior ao dos outsiders, os estabelecidos colocam-se em posição de superioridade, assim como o bairro em que vivem. Recém-chegados, sem vínculos sociais e acuados, resta aos outsiders o ressentimento (ou a resignação).

Os estabelecidos consideram-se humanamente superiores aos outsiders (em toda relação de preconceito está implícita a ideia de superioridade). Os estabelecidos recusam-se a ter qualquer outro tipo de contato com os outsiders que não seja profissional. Razões que podem fazer com que o primeiro grupo hostilize o segundo: diferenças socioeconômicas, de classe, de religião, étnicas, raciais, de estilos de vida, costumes, etc. Notem que o preconceito, no caso, não é individual, é coletivo, é como se os outsiders fossem portadores de uma desonra grupal.

Resumo da pesquisa conduzida por Elias e Scotson
A cidade inglesa de Winston Parva era composta por três zonas, chamadas no estudo de zonas 1, 2 e 3. Na zona 1, quase a totalidade das famílias era de classe média (em suas bordas, havia algumas poucas residências proletárias), o nível de escolarização era mais alto e as casas eram mais amplas e tinham um padrão nitidamente superior às existentes nas zonas 2 e 3.

Além disso, havia empresários residindo no local, bem como profissionais tecnicamente mais qualificados, como engenheiros. As famílias tinham poucos filhos e mantinham uma certa atitude de distanciamento em relação à vizinhança, característica marcante de pessoas que passaram pelo aburguesamento dos modos: as pessoas frequentavam pouco as casas umas das outras e nunca sem antes avisar, tinham reduzida atuação social, eram contidas, discretas, silenciosas, circunspectas. Como algumas dessas famílias eram originárias da zona 2 e mudaram-se para a zona 1 quando ascenderam socialmente, passaram a ser admiradas pelos moradores da zona 2. Por fim, a criminalidade era baixa e os jovens não tinham problemas com a Justiça.

As zonas 2 e 3 apresentavam muitos aspectos semelhantes. Eram bairros proletários, formados basicamente por mão-de-obra operária, as famílias tinham mais filhos e o nível educacional era significativamente mais baixo que na zona 1 (os bairros das zonas 2 e 3 abrigavam desde operários mais qualificados até trabalhadores braçais). Não havia diferenças étnicas, religiosas, econômicas e educacionais marcantes entre os moradores das zonas 2 e 3. Porém, como os moradores da zona 2 chegaram à Winston Parva no início da constituição da localidade, criaram fortes laços sociais e uma impressionante coesão interna. Apresentavam um nível intenso de interação, que se aprofundava à medida que muitos dos casamentos aconteciam entre integrantes das famílias do bairro, fazendo com que a zona 2 ganhasse a conformação de uma “grande e única família”.

Essa coesão criava princípios rígidos de conduta, cuja obediência proporcionava status a quem andava na linha e a desobediência condenava o “desviante” ao ostracismo e a todo tipo de recriminações públicas ou veladas, por meio das fofocas. Esses fortes laços resultavam em um ambiente de grande vigilância de uns sobre os outros, mas também era eficaz na resolução de problemas dos seus membros. As famílias pioneiras, as que chegaram no início da conformação do bairro, tinham ainda uma forte ascendência moral sobre todos.

Embora Elias tenha mencionado que aos olhos de um forasteiro as zonas 2 e 3 fossem bairros bastante semelhantes, tanto na configuração das ruas e de suas casas simples, como nas características étnicas, religiosas, educacionais e econômicas, os habitantes da zona 2 eram orgulhosos do bairro em que viviam e repetidamente manifestavam a sua percepção de grande superioridade em relação aos moradores da zona 3. Na zona 2, ainda havia algumas poucas residências de classe média, o que aumentava a sensação de orgulho dos moradores por seu bairro.

Basicamente, portanto, a diferença entre as zonas 2 e 3, segundo Elias, era a forte coesão social e os intensos vínculos de uma vida conjunta presentes na zona 2, bairro que também concentrava grande parte das igrejas, clubes, associações e pubs de Winston Parva, equipamentos que colaboravam para o fortalecimento desses vínculos. A coesão dava mais poder aos moradores da zona 2, que, sentindo-se ameaçados pelos outsiders, rechaçavam este grupo. O embate trata-se, assim, de uma luta por poder. A pesquisa também evidencia que grupos organizados podem alcançar mais facilmente o poderA coesão é alcançada quando ocorre a total aceitação das regras do grupo por seus integrantes.

O choque de estilos de vida proporcionava a forte discriminação dos moradores das zonas 1 (de forma mais branda) e 2 (muito intensa) em relação aos moradores da zona 3, que eram vistos como rudes, sujos, barulhentos, promíscuos, beberrões, desonestos e arruaceiros pelos demais moradores de Winston Parva.

Que tipo de luta se desenvolve entre grupos estabelecidos e grupos outsiders?
Tomando por referência o embate descrito por Norbert Elias no livro “Os estabelecidos e os outsiders”, trata-se, na ótica dos atores participantes, da luta dos limpos, bons, justos, ordeiros, trabalhadores, enfim, “superiores” contra os sujos, promíscuos, beberrões, vagabundos, arruaceiros, favelados, “inferiores”.

Na verdade, se formos tomar Winston Parva como referência, é uma luta muito mais dos estabelecidos contra os outsiders do que vice-versa. Até porque só os estabelecidos têm coesão interna, vida comunitária intensa e fortes relações sociais para atuar como grupo. Os outsiders seriam caracterizados pela baixa integração. Por isso mesmo, sofrem toda a sorte de ataques e não conseguem revidar.

É uma luta de estilos de vida, de comportamentos sociais, para que desse embate seja feita uma hierarquização da sociedade, com diferenciação de status, assim como Norbert Elias já havia mostrado na obra “O processo civilizador”. Isso fica claro porque no livro “Os estabelecidos e os outsiders” os bairros de onde surgem e para onde se direcionam os ataques são habitados por famílias de operários, marcadas por grande uniformidade econômica, educacional, religiosa e étnica. 

O que os diferenciam são a intensa vida comunitária, o grau de coesão interna construído ao longo de várias gerações na zona 2 e os fortes vínculos sociais e familiares, elementos que criam rígidas normas de conduta privadas e coletivas e punições implacáveis a quem se desgarra das normas. Os embates ocorridos na pequena cidade inglesa de Winston Parva servem, para Norbert Elias, como microcosmo para a compreensão do funcionamento da sociedade de forma geral.

Comportamentos típicos de grupos estabelecidos e grupos outsiders
De acordo com Norbert Elias, os estabelecidos seriam caracterizados por uma forte coesão social, estruturada em vínculos bastante rígidos que criariam um sistema geral de fiscalização de condutas. Esse sistema premiaria as atitudes consideradas positivas por esse grupamento de pessoas e puniria os desviantes com a perda de status na comunidade, o ostracismo e o ataque à reputação por meio de fofocas e difamações veladas.

Os vínculos, no caso da zona 2, foram estabelecidos pela antiguidade da comunidade – chegaram ao bairro quando ele começara a se formar –, pela composição familiar (casamentos entre integrantes das famílias do bairro fizeram com que surgisse, na verdade, uma grande família) e pela intensa vida social e comunitária em igrejas, associações, clubes e pubs.

Já os outsiders seriam caracterizados por uma vida sem vínculos sociais com a comunidade e por um estilo de vida basicamente marcado pela baixa coesão. Se na zona 1 de Winston Parva a atitude de reserva era vista como sinal de distinção, educação diferenciada, discrição e aburguesamento dos modos, no “beco dos ratos” (zona 3) a mesma atitude de reserva era vista como fragilidade de caráter, sinal de desonestidade, decadência moral e toda sorte de comportamentos desprezíveis. Ou seja, a incompatibilidade de estilos de vida é que faz um grupo ganhar o status de estabelecidos ou o estigma de outsiders.

Elias parte da análise das relações entre os moradores das três zonas de Winston Parva não apenas para identificar os estabelecidos e os outsiders na cidade industrial inglesa, mas também para compreender as características que tornam determinados grupos como estabelecidos e outsiders em sociedades dos mais variados tipos. Winston Parva funciona como um pequeno laboratório para tirar conclusões mais abrangentes sobre o funcionamento da sociedade de forma geral.

Autor: Ricardo Lugó

sábado, 31 de março de 2018

O que estudar de Sociologia e Filosofia para o provão de 9/4/18? (para os alunos das turmas 1ºA, 1ºB, 2ºA, 2ºB, 3ºA e 3ºB (período diurno)

Acesse o link abaixo e veja o que estudar de Sociologia e Filosofia para o Provão Narbal de 9/4/18.

Bom estudo!

https://www.dropbox.com/s/99giyn6xvdwpz5a/O%20que%20estudar%20para%20o%20prov%C3%A3o%20do%201o%20bimestre.pdf?dl=0

A relação indivíduo-sociedade, para os alunos das turmas 1ºA e 1ºB (período diurno) e 1ºTA (período noturno)

Antes de ingressarmos em nosso próximo tema ("processos de socialização"), disponibilizo a vocês um breve conteúdo sobre a relação indivíduo-sociedade, relação sobre a qual começaremos a refletir nas próximas aulas.

Bom estudo!

https://www.dropbox.com/s/0g223vfeo1dsrc3/A%20rela%C3%A7%C3%A3o%20indiv%C3%ADduo-sociedade.pdf?dl=0

Avanços e retrocessos da cidadania no Brasil: para os alunos das turmas 3ºA e 3ºB (período diurno) e 3ºTA e 3ºTB (período noturno)

No link abaixo, você encontrará informações sobre os avanços e retrocessos da cidadania no Brasil, da independência até os dias atuais.

Boa leitura e bom estudo!

https://www.dropbox.com/s/8tvoid8kg2h4mpq/Avan%C3%A7os%20e%20retrocessos%20da%20cidadania%20no%20Brasil.pdf?dl=0

terça-feira, 27 de março de 2018

Conteúdos sobre diversidade cultural, imigração, migração e o "estrangeiro" (segundo Georg Simmel), para as turmas 2ºA e 2ºB (período diurno)

Clicando no link a seguir, vocês poderão acessar conteúdo que temos discutido em sala de aula nas últimas aulas: diversidade cultural, imigração, migração e a noção de "estrangeiro", segundo Georg Simmel.

https://www.dropbox.com/s/xvoujjeyt09u3uh/Diversidade%20cultural%20e%20imigra%C3%A7%C3%A3o.pdf?dl=0

Mas os conteúdos não param por aí. No link a seguir, temos a letra da canção "Paratodos", de Chico Buarque, lida e discutida em sala de aula.

https://www.dropbox.com/s/s1s0uvzra6uqpnm/Letra%20de%20Paratodos.doc?dl=0

Clicando no link abaixo, você poderá assistir ao documentário "No desistas", que fala dos imigrantes bolivianos que se estabeleceram em São Paulo.

https://www.youtube.com/watch?v=8wqGIz7DZfI

Já por meio do próximo link, você poderá assistir ao documentário "SP Creole", que fala sobre a chegada dos refugiados haitianos ao Brasil e, particularmente, a São Paulo.

https://www.youtube.com/watch?v=DEdea7zMeq8

No link a seguir, o documentário "Identidades em trânsito" retrata as experiências de estudantes de Cabo Verde e Guiné-Bissau, ex-colônias portuguesas, em universidades brasileiras.

http://portacurtas.org.br/filme/?name=identidades_em_transito

Sobre o genocídio armênio, cometido pelo império turco otomano, em 1915, e a presença da colônia armênia na zona norte da capital paulista, você confere no link a seguir o documentário "Sangue armênio":

https://www.youtube.com/watch?v=3etd_LW5X1M

Por fim, o esquete "Imigração", do grupo "Porta dos Fundos".

https://www.youtube.com/watch?v=EweYE0HJSH8

Bom estudo!

segunda-feira, 26 de março de 2018

Primavera de Praga, Maio de 68, Segunda Onda do Movimento Feminista: a intensificação das lutas por liberdade e igualdade de direitos na década de 1960 (para alunos do 3ºA, 3ºB, 3ºTA e 3ºTB)

A década de 1960 foi marcada por intensas mobilizações populares que reivindicavam mais liberdade e, sobretudo, igualdade de direitos e oportunidades para os cidadãos. Em nossas aulas, abordamos detidamente a mobilização da população negra por pleno acesso aos direitos civis, políticos, sociais e humanos, nos Estados Unidos.

Neste post, disponibilizo a vocês links com informações sobre outros três eventos marcantes também ocorridos na década de 1960: a Primavera de Praga, o Maio de 68 e a Segunda Onda do Movimento Feminista.

Ironicamente, enquanto em vários lugares do mundo aprofundavam-se as conquistas por mais liberdade, no Brasil iniciávamos um dos períodos mais obscuros de nossa história, a ditadura militar (1964-1985), que aniquilou com nossos direitos civis, políticos e, de quebra, cometeu graves violações de direitos humanos (prisões arbitrárias, torturas e assassinatos) contra milhares de pessoas que ousaram criticar e se opor ao regime.

Nas turmas do período noturno, estes conteúdos já foram abordados. Nas turmas do diurno, falaremos sobre eles nas aulas de quarta-feira 28/3.

Primavera de Praga

http://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia/primavera-de-praga-movimento-pretendia-democratizar-a-antiga-tchecoslovaquia.htm

Maio de 68

http://mundoestranho.abril.com.br/materia/o-que-foi-o-movimento-de-maio-de-68-na-franca

Segunda onda do movimento feminista
http://www.infoescola.com/historia/segunda-onda-feminista/

quinta-feira, 22 de março de 2018

Saiu o edital para o Enem 2018! Muita atenção para as datas

Divulgado ontem pelo Inep, órgão subordinado ao Ministério da Educação, o edital do Enem 2018. Muita atenção para as datas: 
  • Período para pedido de isenção da taxa de inscrição: de 2 a 11 de abril (deverá ser feito no próprio sistema de isenção criado para este fim). O resultado do pedido da isenção será publicado em 23 de abril. Quem não pedir isenção terá de pagar taxa de R$ 82,00 para realizar a inscrição. Lembrando que estudantes da rede pública têm direito a pedir isenção da taxa de inscrição.
  • Inscrição: de 7 a 18 de maio.
  • Outubro de 2018: divulgação dos locais de prova (data ainda não definida).
  • Provas: 4 e 11 de novembro.
  • Divulgação dos gabaritos e dos cadernos de questões: 14 de novembro.

Leia as informações completas sobre o Enem 2018 no link abaixo.

https://enem.inep.gov.br/#/antes?_k=i89h82

sábado, 17 de março de 2018

Classe social e desigualdade social: conteúdos para as turmas 2ºA e 2ºB, do diurno, e 2ºTA, do noturno

Começamos o ano, nas turmas de segunda série do ensino médio, tanto do dia como da noite, estudando classes sociais e desigualdade social no Brasil.

Nos links abaixo, disponibilizo a vocês as definições de classe e estratificação social para Karl Marx, Max Weber e Pierre Bourdieu, além dos materiais que usamos em sala de aula para observação, leitura e reflexões: a foto aérea da favela de Paraisópolis dividindo muro com um edifício de alto padrão socioeconômico no bairro do Morumbi, na zona sul da capital paulista; reportagens sobre concentração e desigualdade de renda no Brasil; tabelas com indicadores de renda, analfabetismo e acesso ao saneamento básico no país.

Boa leitura, bom estudo!

https://www.dropbox.com/s/lp79tz5n8skye83/Teorias%20de%20classe%20e%20estratifica%C3%A7%C3%A3o.pdf?dl=0

https://www.dropbox.com/s/p8xehj86eyvzdkl/Foto%20de%20Parais%C3%B3polis%20e%20pr%C3%A9dio%20elegante%20no%20Morumbi.jpg?dl=0

https://www.dropbox.com/s/81mh2oagtl3664j/Reportagem%20Folha%20sobre%20desigualdade.doc?dl=0

https://www.dropbox.com/s/vo1lr1fqp5tp4dm/Mat%C3%A9ria%20com%20dados%20Pnad.doc?dl=0

https://www.dropbox.com/s/9mln6ayn2h81mvz/Tabelas%20sobre%20desigualdade%20socioecon%C3%B4mica%20no%20Brasil.pdf?dl=0